Bastaram duas semana no parlamento municipal para o vereador Geraldo Castro (PCdoB) fazer o prefeito João Castelo voltar ao ‘trabalho” na Prefeitura de São Luís. O comunista em pronunciamentos na Câmara expôs as fragilidades desses 200 dias do governo tucano.Ausente do Palácio La Ravardière há um mês, Castelo foi ontem a duas creches municipais. Disse que hoje rebateria às críticas da oposição numa entrevista coletiva.
Geraldo Castro expôs, por exemplo, que Castelo não dado o devido respeito ao parlamento municipal, ao não responder sequer um requerimento da Câmara. Os vereadores aprovaram por unanimidade, um requerimento com pedido de informações sobre o custo do “empreendimento paisagístico” efetuado por Castelo nos primeiros dois meses de gestão.
Castelo ignorou o debate sobre a metropolização da Ilha de São Luís, capitaneado competentemente pelo prefeito Luís Fernando Silva, de São José de Ribamar. Juntamente com a líder da bancada do PCdoB, vereadora Rose Sales e o deputado federal Flávio Dino, dialogaram com o prefeito ribamarense sobre o processo de metropolização.
Juntamente com Flávio Dino assinou o requerimento à direção nacional do IBGE solicitando o detalhamento da metodologia que apontou que São Luís ainda não possui um milhão de habitantes. O governo Castelo mantem-se mudo sobre essa questão.
Geraldo Castro lembra que a única ação efetiva – até o pedido de informações ao IBGE dos parlamentares do PCdoB – foi feita pelo presidente da Câmara, vereador Isaías Pereirinha, criando uma comissão que acompanha o caso.
Ontem, Castelo entregou os primeiros fardamentos escolares aos alunos da rede municipal, numa creche na Liberdade e outra na Quinta do Macacão, no Centro. A confecção das fardas escolares traz a principal marca do governo tucano de Castelo: foram feitas sem licitação.
Arquivo de: DESTAQUES, Câmara Municipal, castelo, Geraldo Castro, pcdob
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