Parece até que é de propósito. Toda vez que querem mandar um recado de insatisfação para a governadora Roseana Sarney (PMDB) e “filar uma boia” no Palácio dos Leões, os deputados governistas arrumam uma confusão na Assembleia Legislativa.
Na segunda-feira publiquei: “Para ‘chantagear’ Roseana, governistas fazem jogo de Marcelo e aprovam convite para secretários“. Tratava da aprovação de requerimento, feito pelo líder da oposição Marcelo Tavares (PSB), dos secretários Luiz Bulcão (Cultura) e Tadeu Palácio (Turismo) para prestar esclarecimentos na Casa.
O requerimento só foi aprovado com o apoio dos parlamentares governistas, num acordo de líderes de blocos, gerando um bate-boca entre Tatá Milhomem (DEM) e o líder do governo, Manoel Ribeiro (PTB), que não sabia do combinado.
A governadora disse no almoço não ter um pingo de receio da convocação de auxiliares ou dela mesma para prestar esclarecimentos no legislativo. O problema, afirmaram os deputados, é que a oposição não quer esclarecer coisa alguma. Quer apenas usar a convocação para tentar criar embaraços à administração estadual.
Roseana afirmou não existir apoio financeiro do governo à escola Beija-Flor e que a ideia de buscar a agremiação para homenagear São Luís foi dela. Afirmou também que os secretários Luis Fernando Silva (Casa Civil) e Hildo Rocha (Articulação Política) estão autorizados para falar em seu nome com a bancada.
- Eu não posso me reunir todo dia com vocês – assinalou a governadora.
Diante de todos, Milhomem assumiu a culpa pelo episódio da segunda-feira:
- A culpa é toda minha. Eu só quero é que a senhora não fique ouvindo fuxicos dos outros (deputados) – apelou
Manoel Ribeiro vestiu a carapuça:
- Não fui eu quem falei não, Tatá – disse
- Não estou falando que foste tu não, Manoel Ribeiro – reagiu o democrata
- O Stênio Rezende faz um acordo de líderes (para votar contra o governo) e depois cai fora (não foi à sessão) – completou o líder do governo protestando contra a atitude do colega.
Stênio (PMDB) ficou calado com ar de pouco amigos.
Hemetério Weba (PV) aproveitou a reunião com a governadora para reclamar de uma disposição (liberação) da mulher, funcionária da Secretaria de Fazenda.
O secretário Fábio Gondim (Planejamento) permaneceu o tempo todo ao lado de Roseana para demonstrar força, diante os sinais cada vez mais fortes que seus dias na pasta estão contados.
Antes dessa “lavagem de roupa suja”, na Assembleia, os deputados César Pires (DEM) e Raimundo Cutrim (a caminho do PSD) anunciaram que não farão mais parte do bloco governista, apesar de continuarem apoiando o governo.
Eles não disseram publicamente, mas saíram atirando contra a “liderança” de Stênio Rezende.
Pouco antes, na sala de reunião da presidência, Magno Bacelar (PV) e Rigo Teles (PV) travaram um forte bate-boca.
- Só tu que queres falar – disse Rigo
- Eu falo porque sou deputado – reagiu Magno
- Deputado não, tu és suplente – devolveu o deputado do PV
O ex-prefeito de Chapadinha ainda ameaçou partir para cima do rival, mas a “turma-do-deixa-disso” evitou o pior.
Compareceram ao almoço Afonso Manoel (PMDB), Arnaldo Melo (PMDB), Antônio Pereira (DEM), Tatá Milhomem (DEM), Carlos Filho (PV), César Pires (DEM), Edson Araújo (PSL), Hemetério Weba (PV), Magno Bacelar (PV), Raimundo Cutrim (DEM), Rigo Teles (PV), Vianey Bringel (PMDB), Rogério Cafeteira (PMN), Raimundo Louro (PR), Zé Carlos (PT), Alexandre Almeida (PTdoB), André Fufuca (PSDB), Eduardo Braide (PMN), Carlos Florêncio (PHS), Jota Pinto (PR), Léo Cunha (PSC), Francisca Primo (PT) e os secretários Max Barros (Infraestrutura), Victor Mendes (Meio Ambiente), Luis Fernando Silva (Casa Civil), Hildo Rocha (Articulação Política) e o vice-governador Washington Luiz (PT).
As ausências mais notadas foram de Roberto Costa (PMDB), que está em Brasília discutindo a candidatura própria do PMDB à Prefeitura de São Luís, e Edilázio Júnior (PV), que nunca sabe se vai ou se fica.
Na segunda-feira publiquei: “Para ‘chantagear’ Roseana, governistas fazem jogo de Marcelo e aprovam convite para secretários“. Tratava da aprovação de requerimento, feito pelo líder da oposição Marcelo Tavares (PSB), dos secretários Luiz Bulcão (Cultura) e Tadeu Palácio (Turismo) para prestar esclarecimentos na Casa.
O requerimento só foi aprovado com o apoio dos parlamentares governistas, num acordo de líderes de blocos, gerando um bate-boca entre Tatá Milhomem (DEM) e o líder do governo, Manoel Ribeiro (PTB), que não sabia do combinado.
A governadora disse no almoço não ter um pingo de receio da convocação de auxiliares ou dela mesma para prestar esclarecimentos no legislativo. O problema, afirmaram os deputados, é que a oposição não quer esclarecer coisa alguma. Quer apenas usar a convocação para tentar criar embaraços à administração estadual.
Roseana afirmou não existir apoio financeiro do governo à escola Beija-Flor e que a ideia de buscar a agremiação para homenagear São Luís foi dela. Afirmou também que os secretários Luis Fernando Silva (Casa Civil) e Hildo Rocha (Articulação Política) estão autorizados para falar em seu nome com a bancada.
- Eu não posso me reunir todo dia com vocês – assinalou a governadora.
Diante de todos, Milhomem assumiu a culpa pelo episódio da segunda-feira:
- A culpa é toda minha. Eu só quero é que a senhora não fique ouvindo fuxicos dos outros (deputados) – apelou
Manoel Ribeiro vestiu a carapuça:
- Não fui eu quem falei não, Tatá – disse
- Não estou falando que foste tu não, Manoel Ribeiro – reagiu o democrata
- O Stênio Rezende faz um acordo de líderes (para votar contra o governo) e depois cai fora (não foi à sessão) – completou o líder do governo protestando contra a atitude do colega.
Stênio (PMDB) ficou calado com ar de pouco amigos.
Hemetério Weba (PV) aproveitou a reunião com a governadora para reclamar de uma disposição (liberação) da mulher, funcionária da Secretaria de Fazenda.
O secretário Fábio Gondim (Planejamento) permaneceu o tempo todo ao lado de Roseana para demonstrar força, diante os sinais cada vez mais fortes que seus dias na pasta estão contados.
Antes dessa “lavagem de roupa suja”, na Assembleia, os deputados César Pires (DEM) e Raimundo Cutrim (a caminho do PSD) anunciaram que não farão mais parte do bloco governista, apesar de continuarem apoiando o governo.
Eles não disseram publicamente, mas saíram atirando contra a “liderança” de Stênio Rezende.
Pouco antes, na sala de reunião da presidência, Magno Bacelar (PV) e Rigo Teles (PV) travaram um forte bate-boca.
- Só tu que queres falar – disse Rigo
- Eu falo porque sou deputado – reagiu Magno
- Deputado não, tu és suplente – devolveu o deputado do PV
O ex-prefeito de Chapadinha ainda ameaçou partir para cima do rival, mas a “turma-do-deixa-disso” evitou o pior.
Compareceram ao almoço Afonso Manoel (PMDB), Arnaldo Melo (PMDB), Antônio Pereira (DEM), Tatá Milhomem (DEM), Carlos Filho (PV), César Pires (DEM), Edson Araújo (PSL), Hemetério Weba (PV), Magno Bacelar (PV), Raimundo Cutrim (DEM), Rigo Teles (PV), Vianey Bringel (PMDB), Rogério Cafeteira (PMN), Raimundo Louro (PR), Zé Carlos (PT), Alexandre Almeida (PTdoB), André Fufuca (PSDB), Eduardo Braide (PMN), Carlos Florêncio (PHS), Jota Pinto (PR), Léo Cunha (PSC), Francisca Primo (PT) e os secretários Max Barros (Infraestrutura), Victor Mendes (Meio Ambiente), Luis Fernando Silva (Casa Civil), Hildo Rocha (Articulação Política) e o vice-governador Washington Luiz (PT).
As ausências mais notadas foram de Roberto Costa (PMDB), que está em Brasília discutindo a candidatura própria do PMDB à Prefeitura de São Luís, e Edilázio Júnior (PV), que nunca sabe se vai ou se fica.
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