O presidente tomou a decisão contrariando as orientações dos Ministério da Economia e da Casa Civil, que queriam conceder um reajuste máximo e vergonhoso de 7,5% , deixando o piso com menos de R$ 3 mil. Antes, era de apenas R$ 2.886.
Com a medida, o governo federal reconhece a importância da valorização do professor, que não depende apenas da questão salarial, mas de seguranças e conforto nas salas de aulas, bem como o aperfeiçoamento pessoal dos mestres.
Na contramão, governadores já se reunirão contra o aumento e querem que a União conceda subsídios ou outras compensações financeiras. A Confederação Nacional dos Prefeitos pede que a medida não seja cumprida e que os aumentos devem ser de acordo com a inflação.
Os professores de todo o Brasil, que vivem momentos de intensas lutas para garantir o rateio da verba do Fundeb, terão uma batalha mais árdua pela implantação do novo aumento concedido pelo presidente Bolsonaro.
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